Finalmente desentendi
Não me pergunte quando
Deslembro, apago e afago
O dia, a semana, o mês
Você estava lá e basta
Desmonto todos os fatos
Desencaminho sinas e tentáculos
Teu sorriso assassina regras e atos
Ando farta de fatos
Dessas dúvidas órfãs
Numa tarde vazia
Recito orações tecidas em desvario
De sinais e tentáculos se constrói um poema que emerge de sensações.
ResponderExcluirLindo!
Beijo, Rosa!
Sempre grata pelas suas leituras, abração.
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